INFORMAÇÕES, ARTIGOS, MENSAGENS E ESCLARECIMENTOS DE INTERESSE DA CATEGORIA, INCENTIVANDO A UNIÃO E FORTALECIMENTO DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL DE UNA E FOMENTANDO A CONSCIÊNCIA QUANTO AOS SEUS DIREITOS E DEVERES, BEM COMO LEVANDO AO CONHECIMENTO DOS PARCEIROS, COLABORADORES E ADMIRADORES AS AÇÕES PÚBLICO-ADMINISTRATIVAS QUE ENVOLVEM A VIDA LABORAL DOS SERVIDORES.
Nosso Blog teve acesso a documentos que comprovam que a Prefeitura Municipal de Una não vem repassando valores para a Caixa Econômica Federal referente aos empréstimos consignados. Os documentos foram obtidos com um servidor público municipal que teve a surpresa de saber que seu nome foi incluído no SPC pela Caixa Econômica Federal sem ele está devendo nada ao banco. O servidor, que preferiu não se identificar, disse que tomou um choque ao saber que seu nome estava negativado e procurou nos bancos da cidade informações, até que informaram que era na Caixa, o mesmo se dirigiu para a agência mais próxima que fica em Ilhéus e chegando lá constatou que seu nome havia sido negativado porque o mesmo estava devendo parcelas do empréstimo consignado.
Porém, a prefeitura desconta de seu contracheque (conforme vocês podem ver abaixo) o valor da parcela do empréstimo firmado com a Caixa. Abaixo também temos uma imagem da primeira folha do contrato do servidor com o banco, onde destacamos o valor das parcelas R$ 816,35, e também tem a imagem da consulta ao CPF do servidor na internet onde o valor já está acrescido juros, e comprova a negativação do CPF.
Em contato com outros servidores, nosso Blog descobriu que o banco informou que o mês de Maio e Junho, a prefeitura não repassou os valores que reteve dos funcionários que pegaram empréstimo com o banco.
O servidor disse que ira entrar com um processo contra a prefeitura e a Caixa.
Nosso blog informa aos demais servidores que solicitaram empréstimos junto a Caixa que analisem sua situação, pois provavelmente o mesmo pode ter ocorrido com vocês.
Cuidado prefeitura, isso é apropriação indébita.
Imagem do contracheque do servidor:
dados que possam identificar o servidor foram removidos a pedido do mesmo
Imagem do contrato com a Caixa
dados que possam identificar o servidor foram removidos a pedido do mesmo
SOBRE O EMPRÉSTIMO
Em dezembro do ano passado, a pedido da assessoria de comunicação da prefeitura, divulgamos em nosso blog que a prefeitura havia firmado contrato com a Caixa para emprestar dinheiro à juros baixos para os servidores. Revejam aqui a matéria.
E algum dos leitores do Blog parecia que sabia que alguma coisa de errado iria acontecer, vejam abaixo o print do comentário de um leitor do blog:
Conheça a Evolução da Guarda Civil Municipal de Una
No ano de 1932, no Governo do Sr. Manoel Pereira de Almeida “Dr. Almeida”, o GCM Francisco Cesário da Silva “Chico Cesário”, foi o primeiro Guarda Civil Municipal de Una. Na sua época ele usava como meio de locomoção para fazer Ronda Ostensiva, o animal da raça “Mula”, por nome “ITAUNA”.
Passando pelo Governo de Liberalino em 1963, o GCM Chico Cesário aposentou em 1967. Vale lembrar que Chico Cesário era pai da GCM Cacilandia; Jorge e Osteval da Ceplac, e avô dos GCMs Alex e Kiko.
De 1968 até 1985 a Guarda Municipal deixou de existir. Já no ano de 1989 a 1992 no Governo do Sr. Manoel Bispo dos Santos “Mané dentista” a Guarda Municipal voltou as suas atividades sob o comando do Sr. Anésio “Ferreiro”. Sem registro de fotos.
Governo: Zé Pretinho
Governo: Zé pretinho, Guarda Municipal regulamentada com lei.
De 1993 até 2003, mais uma vez a Guarda Municipal deixou de existir.
Só foi reativada a partir do ano de 2004 no Governo do Sr. José Bispo dos Santos“Zé pretinho”, quando a corporação da Guarda Municipal de Una, veio a ser reconhecida por toda população unense, sob o comando de Romualdo, quando no ano de 2006 “Zé pretinho” enviou para Câmara de vereadores o projeto de lei para criação da Guarda Municipal de acordo com o Art. 144 da Constituição Federal.
Governo:Dejair, com viatura
Governo: Dejair
No Governo Dejair Birchiner a Guarda Municipal foi contemplada com 1 viatura, dando continuidade as suas obrigações de Ronda Ostensiva , sob o comando de Hermenegidio “Jó” , que contribuiu muito pelo crescimento da corporação.
Governo: Diane, Curso de Armamento e Tiro
Governo:Diane, Teste Psicológico
Nesse Governo atual da Prefeita Diane, sob o comando do SGT da PMEuzenito Santos Varjão e o coordenador Valdir, ambos tem se empenhado o máximo para ver a corporação mais fortalecida e preparada exercendo a função de agentes de segurança pública.
Nesse ano de 2014, os agentes estão passando por um curso de capacitação de armamento e tiro com instrutor da CIPE Sgto Cardoso PM e Psicóloga credenciada na Polícia Federal.
O SGT da PM Euzenito Santos Varjão, no comando da Guarda municipal, está sendo importantíssimo pela sua experiência de ter trabalhado vários anos na corporação da Polícia Militar da Bahia.
Se o trabalhador estiver próximo de se aposentar, pelas suas contas, mas perdeu a carteira de trabalho, o que ele deve fazer? Essa é dúvida de leitor do Diário, que enviou, recentemente, e-mail ao Seu Previdêncio. Servidor municipal de Santo André, ele conta que ingressou no funcionalismo em 1990, mas, antes disso, trabalhou registrado no setor privado, na década de 1980, recolhendo ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No entanto, ele não sabe onde foi parar sua carteira profissional.
A questão assola muita gente, já que, segundo especialistas, é comum que documentos antigos se percam. O órgão da Previdência Social orienta, em casos desse tipo, que a pessoa deve, primeiramente, verificar se os dados profissionais constam no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). Para isso, é preciso agendar atendimento, pelo telefone 135 e, na data marcada, se dirigir a unidade do INSS para obter senha que possibilitará acessar essas informações pela internet, no site www.previdencia.gov.br, clicando no link ‘todos os serviços aos cidadãos’. O CNIS, utilizado como base para o órgão federal calcular as contribuições dos segurados, contém dados de vínculos empregatícios desde 1976 e as remunerações mensais a partir de 1990.
O advogado previdenciário Paulo Silas cita que, se os dados, ainda assim, não constarem no cadastro, será necessário que a pessoa procure a empresa onde trabalhou para buscar declaração de que atuou lá no período. Silas afirma ainda que, de posse do número da carteira perdida – que consta no extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) – é possível recorrer à Superintendência Regional do Trabalho, para emitir uma nova, e refazer os registros, com o histórico de dados lançados pelos empregadores no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Segundo o INSS, declaração e cópia da folha de registro de empregados podem ajudar para essa comprovação. No entanto, de acordo com o órgão, se a empresa não existir mais, é necessário procurar a Junta Comercial. Nesse local, o trabalhador poderá obter nome e endereço do responsável pela massa falida, a quem poderá solicitar cópia de papéis que atestem o vínculo. O órgão da Previdência esclarece ainda que o trabalhador deve reunir o maior número possível de documentos da época que façam referência à sua atividade, como hollerites e ficha de admissão. Caso seja possível obter esses indícios, pode-se também utilizar o depoimento de três a seis testemunhas.
ESTATUTO – Com o reconhecimento, pelo INSS, do tempo trabalhado, é possível juntar o período para a aposentadoria pelo estatuto municipal de Santo André, que prevê a necessidade de ter 53 anos de idade e 35 anos de contribuição para o homem (e 48 de idade e 30 de contribuição para a mulher) e, no mínimo, cinco anos no último cargo, para quem entrou nesse regime estatutário antes de 2003. Quem entrou depois, precisa ter completados 60 anos de idade e ter pelo menos dez anos de serviço público.
A Presidente da Força Sindical Bahia, Nair Goulart, com o objetivo de orientar a gestão da instituição; manter a dinâmica das relações interpessoais; melhorar a interação da equipe de trabalho; favorecer o planejamento participativo e integrado visando a melhoria do desempenho da Diretoria do Sindicato dos Guardas Municipais da Bahia, Sindguardas-BA, convidou a direção do Sindicato para participar de uma palestra baseada por um Plano de Ação, que será elaborado de modo participativo, dinâmico e flexível, integrando o Plano de Gestão para os profissionais da Guarda Municipal.
Nesse intuito, a Presidente da Força Sindical Bahia esteve reunida na última semana, na sede Central, em Salvador, com o presidente do Sindguardas-BA, Pedro de Oliveira Santos, com Delmo Souza, diretor, além dos advogados Jorge e Marcos, para discutir temas como: Contribuição sob a arrecadação, Preparação dos dirigentes do Sindguardas-BA para melhor atuar politicamente e administrar a entidade, dentre outros assuntos.
“O resultado de muito trabalho, dedicação e compromisso que vem sendo desenvolvido de forma recíproca pelo Sindguardas-BA, precisa, cada vez mais, ser capaz de responder os desafios de organizar-se e manter-se mais forte a representativa no nosso estado”, enfatizou Nair.
“O Sindicato dos Guardas Civis Municipais do Estado da Bahia vem sendo democrático nas orientações, discussões, negociações, consenso e apoio as decisões gerenciais de alguns gestores voltado para Segurança Pública. Busca garantir um processo participativo e integrado tendo como fim a missão, os valores e a visão de futuro das Guardas Civis Municipais do Estado da Bahia, onde se procura mobilizar e motivar o desenvolvimento dos processos de trabalho interno e externo, além das relações entre os Guardas Municipais. Com esse apoio da Central, só temos a ganhar”, declarou Pedro.
Após a reunião ficou a critério do presidente do Sindguardas-BA marcar a data e o local em que irão reunir-se. Também foi decidido que a palestra será ministrada pelos 02 (dois) advogados parceiros da Força Sindical na Bahia, Dr. Jorge e Dr. Marcos, que ministrarão para os profissionais como serem éticos, motivadores, agregadores, conciliadores, mediadores e terem conhecimento técnico suficiente para conduzir o grupo do qual é representante. A Força Sindical-BA, compete: Apoiar as responsabilidades de gestão a serem assumidas pelos sindicatos filiados e na organização dos sindicatos; Agir em toda a Bahia formando os dirigentes, acompanhando as eleições sindicais, assembleias, seminários e campanhas salariais dos sindicatos.
Felipão e Parreira não fazem mais parte da seleção brasilera
A CBF comunicou no final da tarde desta segunda-feira que Luiz Felipe Scolari e suacomissão técnica não fazem mais parte da seleção brasileira. A maneira como a decisão foi anunciada, no entanto, gerou certo desconforto para o grupo. Segundo o texto no site oficial da entidade, José Maria Marin "aceitou o pedido de demissão" da equipe comandada por Felipão.
O treinador, no entanto, assim como Carlos Alberto Parreira e companhia, não se demitiram. Felipão conversou com Marin e Marco Polo Del Nero, vice da CBF, durante uma hora pelo telefone, momento em que decidiram não começar um novo projeto, finalizando o trabalho iniciado no final de 2012.
As últimas entrevistas do treinador, depois do massacre de 7 a 1 sofrido contra a Alemanha, geraram o mal-entendido. No último sábado, após a derrota para a Holanda, Felipão afirmou que entregaria seu cargo para a entidade, como havia combinado desde o início.
Entregar o cargo, porém, não é a mesma coisa que pedir demissão, segundo o assessor de imprensa de Felipão. As palavras significavam apenas que o técnico cumpriria o acordo antes mesmo da Copa do Mundo.
Carlos Alberto Parreira, agora ex-coordenador técnico da seleção, também se disse surpreso com o comunicado da CBF.
"A gente não pediu demissão em momento nenhum. Deixamos o cargo à disposição, como tinha sido combinado antes", afirmou, em contato com a reportagem.
A maioria da comissão técnica só ficou sabendo do fim do ciclo pelo site da entidade.
Comunicado oficial da CBF
"O técnico Luiz Felipe Scolari, como havia antecipado na coletiva de sábado, e seus companheiros de comissão técnica entregaram seus cargos à diretoria da Confederação Brasileira de Futebol.
O pedido de demissão foi aceito pelo presidente Marin, que fez questão de agradecer a todos os integrantes da comissão e aos jogadores e também, por extensão, aos torcedores brasileiros pelo resgate da autoestima e pela demonstração de amor à Seleção Brasileira durante toda a campanha da Copa do Mundo.
- O Scolari e toda a sua comissão técnica merecem o nosso respeito e agradecimento. Eles foram responsáveis por devolver ao povo brasileiro o seu amor pela Seleção, mesmo não tendo conseguido o nosso objetivo maior.
O presidente José Maria Marin e o vice-presidente Marco Polo Del Nero, que acompanharam todos os jogos da Seleção Brasileira, puderam testemunhar nas ruas das cidades o quanto o brasileiro voltou a ter orgulho das suas cores e da sua Bandeira.
- Vimos nas ruas o povo vestido de verde-amarelo, exibindo a Bandeira Nacional comorgulho e mostrando sua paixão pela Seleção Brasileira como há muito tempo não acontecia. Claro que essa comissão técnica e esses jogadores contribuíram decisivamente para que esse sentimento voltasse. A todos eles, portanto, o nosso renovado agradecimento.
Na próxima quinta-feira, às 11 horas, o presidente José Maria Marin dará uma entrevista coletiva na sede da CBF - localizada à Rua Luís Carlos Prestes, 130, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro".
Os tetracampeões mundiais foram recebidos com festa no retorno para casa, após cinco semanas passadas no Brasil
Após cinco semanas no Brasil, em Santa Cruz Cabrália, os 23 jogadores da Alemanha finalmente retornaram ao país. A delegação alemã chegou à Berlim pouco depois das 10h locais (5h de Brasília) e quase meio milhão de pessoas se espremeram nas principais avenidas da capital para homenagear os tetracampeões mundiais.
Antes da chegada, o Portão de Brandemburgo, monumento escolhido pelas autoridades de Berlim comoponto de encontro dos torcedores durante a Copa do Mundo, já enchia com a torcida e replays da grande final contra a Argentina passavam no telão instalado.
Após o desembarque, os alemães se dirigiram a um ônibus sem teto para desfilar pelas ruas de Berlim e receberem o merecido carinho dos milhares de alemães.
Já no palco montado, os jogadores foram anunciados e tiraram fotos. O técnico Joachim Löw foi um dos mais festejados, tendo até canções cantadas em seu nome. A torcida alemã criou até uma versão de "All You Need is Love", dos Beatles. Um cartaz dizia "All You Need Is Löw" (Tudo que você precisa é de Löw).
O próprio Löw falou brevemente com os torcedores antes de Toni Kroos tomar o microfone e iniciar um canto para Miroslav Klose, que neste ano passou Ronaldo como o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols.
Confira imagens da chegada alemã à capital alemã:
A comemoração está sendo transmitida ao vivo pela Goal.
Antes que o assunto COPA DO MUNDO deixe de ser destaque, visto que, o tempo tudo faz "parecer" menos importante ou doloroso, quero fazer um registro para não ficar em dívida comigo mesmo.
Todos esses jogadores que participaram da COPA DAS COPAS pela seleção brasileira, ficarão marcados pelas duas derrotas na reta final da competição. Para aqueles que voltam à EUROPA, a distância e os campeonatos nos países em que atuam, fará com que sofram menos, não estejam tão ligados e sujeitos às cobranças e pressão. No Brasil, ficam quatro jogadores, os dois goleiros reservas, e os atacantes JÔ e FRED.
FRED, por ser o atacante titular, o camisa 9, de quem se espera GOLS, e por ter realizado partidas com desempenho muito fraco é, na minha opinião, a maior "vítima" do esquema FELIPÃO.
E o que foi o esquema FELIPÃO ?
Primeiro a 'Neymardependência', depois, a total ausência de jogadas ensaiadas, de um esquema tático que criasse jogadas pelas pontas ou lançamentos, que permitissem ao centroavante, no caso FRED (ou seu substituto JÔ), receber a BOLA de frente para a defesa, e ter como chutar ou tocar em direção ao gol adversário. É assim, e só assim que atacantes fazem gol.
Sempre que atacantes recebem bola de costas para a defesa adversária, e principalmente bolas pelo alto, a defesa leva vantagem, e eles pouco produzem. Quando tem de voltar ao meio-campo para conseguir tocar na bola, está demonstrado que a equipe vai mal. A seleção brasileira foi mal.
Queimar o FRED (e eu sou Flamenguista) é uma grande injustiça. A FALTA DE ESQUEMA prejudicou o desempenho de todos, em especial dele e do Jô.
Rio - A Copa das Copas precisava durar mais. A final não podia ser decidida em apenas 90 minutos. Palco da decisão novamente após 64 anos, o Maracanã adicionou mais uma trama repleta de drama à sua história. E foi palco da consagração da geração da Alemanha. A qualidade e a insistência falaram mais alto. No segundo tempo da prorrogação, após um empate sem gols no tempo normal, Götze se transformou em herói. Vitória por 1 a 0. A Alemanha é tetracampeã mundial.
Götze se transforma em herói e decide para a Alemanha: é tetra!
Foto: Reuters
O Maracanã não pôde ser palco do título brasileiro, mas viu um time com talento. E com alma verde e amarela. Os alemães deram um show de simpatia e conquistaram o país. A Alemanha teve até humildade na histórica goleada por 7 a 1 sobre a Seleção. Reconheceu a importância do Brasil, mas veio aqui para fazer história. Agora, está a um título do principal vencedor.
A Argentina merece destaque. Não abandonou a tradicional raça, mas caiu diante de um time melhor. Messi não pôde se consagrar no Templo do Futebol. E também vai se lembrar para sempre do Maracanã como um pesadelo. Um "Argentinazo".
Faltou a seleção brasileira na final, é verdade. O país do futebol sucumbiu, mas foi a casa para uma Copa histórica. Um Mundial recheado de gols (171 ao todo, a melhor marca ao lado da Copa da França), público (o segundo maior de todos os Mundiais) e de criatividade. O que dizer da alegria dos turistas que passaram pelas sedes? E da interação entre jogadores e público? O país conquistou cada povo. E recebeu como retribuição uma Copa inesquecível.
Torcida lota o Maracanã na final da Copa do Mundo
Foto: Reuters
A final foi um duelo tático e de estratégia. A Alemanha tinha maior posse de bola e qualidade, mas esbarrava na defesa rival. A Argentina não teve vergonha de recuar e apostar no contra-ataque. As chances para definir o jogo surgiram, mas os hermanos pecaram na hora H.
A torcida brasileira no estádio secou a Argentina como pôde. Teve até grito de "olé" para o toque de bola alemão e música idolatrando Pelé e provocando Maradona. O jogo
A Argentina rapidamente mostrou que jogaria no contra-ataque. Lavezzi arrancou, a bola sobrou para Higuaín. O atacante chutou cruzado, na primeira chance de gol, mas Neuer viu a bola passar pela área. Depois foi a vez de Messi descer pela direita, ganhar de Hummels e cruzar. Schweinsteiger salvou. A Argentina recebeu um presente. Kroos tentou recuar, mas deixou Higuaín cara a cara com Neuer. O atacante argentino chutou para fora e perdeu a melhor chance dos hermanos.
Messi não acredita em chance perdida pela Argentina
Foto: André Mourão
O lado direito era o caminho para a Argentina. Messi abriu para Lavezzi. O atacante cruzou para Higuaín marcar. Porém, ele estava impedido. O gol foi corretamente anulado pela arbitragem. A Alemanha teve de fazer a primeira substiuição. Kramer, escalado após Khedira sentir no aquecimento, saiu para a entrada de Schürrle. O volante havia levado a pior em lance com Garay. Löw colocou o time no ataque.
A Alemanha, enfim, teve uma chance de gol. Em um raro contra-ataque, Schürrle bateu da entrada da área e obrigou Romero a espalmar. A Argentina respondeu em nova jogada pela direita. Messi arrancou e foi abafado por Neuer. A bola ficou na pequena área e a zaga alemã cortou. No fim do primeiro tempo, em cobrança de escanteio, Höwedes ganhou pelo alto e acertou a trave argentina. A tônica da primeira etapa foi a Alemanha com maior posse de bola e no campo de ataque. A Argentina, recuada, apostava no contra-ataque e era perigosa.
Lahm levanta a quarta Copa do Mundo da Alemanha
Foto: Carlos Moraes
A Argentina assustou logo no primeiro minuto do segundo tempo. Messi foi lançado e teve a chance de marcar. Porém, o chute do craque foi para fora. A intensidade do jogo diminuiu. A Alemanha continuava com maior posse de bola, mas não conseguia furar o bloqueio argentino. Os hermanos não encaixavam o contra-ataque.
A Alemanha pressionava, mas faltava caprichar, ora na finalização, ora no último passe. Na reta final do jogo, um torcedor invadiu o campo. O 0x0 persistiu no placar. A final foi para a prorrogação.
Prorrogação
O tempo extra começou logo com uma blitz alemã. Schürrle obrigou Romero a salvar os hermanos. A Argentina mais uma vez teve a chance de abrir o placar. Palacio ficou cara a cara com Neuer, mas o toque por cobertura foi para fora.
No segundo tempo, Agüero acertou Schweinsteiger. O alemão começou a sangrar e teve de ser atendido. A qualidade da Alemanha foi recompensada. De tanto insistir, o time abriu o placar. Schürrle achou Götze, que entrara no lugar de Klose. Ele dominou e chutou para estufar a rede. Messi teve a última chance, mas a cobrança de falta foi para fora. A Alemanha é campeã. É tetra!
FICHA TÉCNICA Alemanha 1x0 Argentina Estádio : Maracanã Público : 74.738 presentes Árbitro : Nicola Rizzoli (Itália) Gols : Götze (da Alemanha, aos 7' do 2ºT da prorrogação) Cartão amarelo : Schweinsteiger e Höwedes (Alemanha) e Mascherano e Agüero (Argentina) Cartão vermelho : - Alemanha : Neuer; Lahm, Hummels, Boateng e Höwedes; Kramer (Schürrle, aos 31' do 1ºT), Schweinsteiger, Kroos e Özil; Müller e Klose (Götze, aos 43' do 2ºT). Técnico: Joachim Löw. Argentina : Romero; Zabaleta, Garay, Demichelis e Rojo; Mascherano, Biglia e Pérez (Gago, aos 42' do 2ºT); Lavezzi (Agüero, no intervalo), Messi e Higuaín (Palacio, aos 31' do 2ºT). Técnico: Alejandro Sabella.
Os contribuintes facultativos, ou seja, os estudantes, as donas de casa e aqueles que não possuem atividade remunerada, podem elevar o valor do seu futuro benefício recolhendo pelo teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A situação é mais interessante para aqueles que estão próximos de se aposentar.
Isso porque, tanto por meio das aposentadorias por tempo de contribuição, quanto por idade, o Ministério da Previdência Social faz uma média de todas as contribuições, de julho de 1994 até o pedido do benefício, com a exclusão dos 20% menores recolhimentos. Depois, ainda é aplicado o fator previdenciário, que reduz em cerca de 30% o valor do benefício. E, ao elevar parte desses pagamentos ao INSS, maior tende a ser essa média.
Cinco anos de aumento nas contribuições já fariam diferença, observou a sócia-proprietária do escritório Suzani Ferraro e Advogados e presidente da Comissão de Previdência Social da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro), Suzani Andrade Ferraro. “Mas a verdade é que quanto mais tempo de contribuição, maior o benefício.” Ela criticou a postura de muitos aposentados que comemoram ter pedido o benefício mais jovens e ainda trabalham. “Deveriam ter esperado. Pois, quando realmente precisarem, e o corpo não deixá-los mais trabalhar, não terão como elevar a aposentadoria (a não ser que peçam na Justiça a troca do benefício).”
A presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Jane Lucia Wilhelm Berwanger, lembrou que o salário de contribuição tem teto, atualmente, de R$ 4.390,24. “Portanto, o máximo que a pessoa pode recolher é de R$ 878,04.”
Para quem possui algum tipo de atividade remunerada, seja autônomo ou empregado, a legislação brasileira não permite o aumento do valor de recolhimento, destacou Jane.
Portanto, quem recebe salário inferior ao teto previdenciário terá que recorrer a uma previdência privada caso queira ampliar a sua renda quando se aposentar.